Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

A entrevista do "grande capitão" ao site do Vitória

 

«Vamos continuar a alimentar o monstro com vitórias»

Estão aí as respostas do Capitão, às perguntas dos adeptos e sócios do clube. O interesse dos “entrevistadores” superou as expectativas e o resultado dessa interacção entre os adeptos e o clube aqui está, nesta deliciosa e exclusiva entrevista ao grande e incontornável Capitão da nossa equipa de futebol sénior.


Qual é a sensação de seres um dos maiores guerreiros do Vitória e o que sentes em cada jogo no Afonso Henriques quando sobes as escadas do túnel para o relvado?
José André Fraga, Guimarães
Sobre o facto de ser considerado um dos guerreiros, admito que isso tem a ver com a minha forma de estar, com a minha maneira de ser. Não sou e nunca fui um jogador muito técnico, por isso compenso com bravura e entrega ao jogo. Se isso é ser guerreiro, então sou um guerreiro. Mas penso que nesta equipa somos todos guerreiros. Não conheço ninguém nesta equipa que não se entregue totalmente ao clube e aos jogos. Sobre a segunda parte da pergunta, não sei explicar muito bem o sentimento de cada vez que subimos o túnel do estádio, naqueles momentos em que nos preparámos para enfrentar o nosso público. Porque nós não precisamos de ver, sabemos que ele está lá à nossa espera para nos aplaudir e para nos incentivar. É um sentimento muito estranho, que nos causa arrepios – como pode ver, estou arrepiado só de falar nisso – e que nos remete para uma experiência quase transcendental. Dá-nos uma força incrível, uma motivação suplementar. Na época passada isso confirmou-se, fizemos um grande campeonato em casa, apenas cedemos com os grandes e o Paços de Ferreira, mas sempre a dar uma luta incrível, sem tréguas aos nossos adversários. É o nosso “doping”.


O que é ser capitão do Vitória?
Luís Pinheiro, Fermentões

É desde logo um orgulho tão grande que dificilmente consigo explicar. É o ponto máximo da minha carreira. Chegar a este clube, que me formou, que é o clube do meu coração e chegar a capitão, é o ponto alto da minha carreira. É uma posição que traz responsabilidade, que tem a sua importância na cadeia de comando da equipa e do plantel. Não me faz mais importante do que os outros jogadores, mas traz a responsabilidade de ser uma extensão do treinador em campo. O senhor Manuel Cajuda antes de cada jogo aproxima-se de mim e diz-me sempre “boa-sorte colega” e eu sei bem o que ele quer dizer com isto. Quer dizer que ele conta comigo para levar a sua voz para o campo de jogo. Só espero que um dia mais tarde, os adeptos e sócios do clube possam dizer que o Flávio cumpriu bem a sua missão e todos possam dizer que eu fui um bom capitão.

 

Como é trabalhar com Manuel Cajuda?
Luís Pinheiro, Fermentões

Estou completamente à vontade para falar dele, porque há um ano e meio, quando ele chegou ao clube eu não fui titular nos seus primeiros jogos como treinador do Vitória. Ele achava que eu não estava em condições de ser titular e o facto de ser capitão não me trazia regalias especiais. Isto para explicar que uma das principais qualidades de Manuel Cajuda é a justiça com que ele decide, não olhando ao estatuto dos jogadores. Com ele, jogam sempre os que estão em melhores condições de ajudar a equipa. É um treinador muito justo, astuto e que todos os jogadores respeitam pela sua liderança. Não se impõe aos jogadores com gritos, com berros, antes impõe-se pela forma como consegue arrastar os jogadores atrás de si. É um treinador acima da média, pela forma quase imperceptível como consegue impor a sua força no plantel.

 

Como está o ânimo da equipa?
Vaz Mendes, França

Neste momento está bem. Apesar dos resultados iniciais indicarem o contrário, todos sabemos que a equipa tem potencial para fazer um bom campeonato e atingir os seus objectivos. Não nos sentimos alarmados, todos confiamos no trabalho que se está a fazer para tornar esta equipa mais forte e essa é mesmo a convicção generalizada. O Vitória terá uma equipa mais forte na próxima época. A base da equipa mantém-se, os jogadores novos estão integrados, porque são bons jogadores e são óptimas pessoas.

 

Além do Vitória, que outro clube gostaria ainda de representar?
António José, Taipas

Honestamente, quando somos mais novos, quando começámos a jogar futebol sempre desenvolvemos algum fascínio por este ou aquele ídolo ou por este ou aquele clube. Em Portugal, sempre fui e sempre serei Vitória. Nunca fui de outro clube. Lá fora, sempre gostei do Barcelona, por causa do seu estilo de jogo, do Nápoles, por causa do Maradona e ainda a Roma. Esses foram os três clubes, do futebol internacional, que sempre mais admirei. E quando era novo, chegava a imaginar-me com uma dessas camisolas. Era uma das minhas fantasias juvenis, porque sonhar não custa.

 

Como é que um jogador que não nasceu em Guimarães, consegue ter essa mística incrível, como se tivesse nascido vitoriano, ao ponto de ter conseguido, até hoje, aguentado tanta coisa no clube?
Óscar Gomes

É uma pergunta engraçada. Cheguei a Guimarães com catorze anos, tenho nesta altura trinta e um, por isso metade da minha vida passou-se nesta cidade, neste clube, embora com alguma intermitência. E foi assim que aprendi a ser vitoriano desde pequeno, apreendendo a mística do clube, dos seus adeptos, da própria cidade. Essa mística não nasce com as pessoas, chega com o convívio. É inexplicável o que sentimos por este clube. Foi essa mística que me ajudou nos momentos mais difíceis. Os primeiros anos não foram fáceis, nem sempre fui um jogador apreciado pelos adeptos, custou um bocadinho a entrar-lhes no goto e isso marca psicologicamente um jogador. Lutei sempre para que os adeptos mudassem a sua opinião e acho que consegui, porque sinto agora a estima deles. Conquistar a admiração dos adeptos do Vitória terá sido mesmo o maior desafio da minha carreira. Fi-lo com determinação mas também com teimosia, porque sentia que tinha condições para o fazer.

 

Quando terminares a tua carreira, pensas continuar ligado ao Vitória, na comissão técnica ou como embaixador do clube?
Paulo Meireles, Guimarães
Ainda é um bocadinho cedo para falar do meu final de carreira, mas não escondo que gostaria de continuar ligado ao clube, depois de arrumar as chuteiras. Aliás, ligado vou continuar sempre, porque serei sempre um dos seus mais incondicionais adeptos. Se o farei, exercendo outro tipo de funções, logo veremos. O que pretendo é que as pessoas do Vitória, assim que termine a minha carreira, possam dizer que o Flávio deu tudo o que tinha para dar ao Vitória e que sempre honrou a camisola e o clube. Se isso for reconhecido, pelos dirigentes e pelos adeptos, terei conseguido o melhor prémio da minha carreira.

 

O que mais destacas nesta pré-temporada e que expectativas tens para a próxima época?
Cristiana Ferreira, Donim

O que mais destaco é o ambiente que rodeia a equipa. É um ambiente fantástico. Dá vontade de acordar, dá vontade de ir treinar, dá vontade de nos relacionarmos todos uns com os outros. A esse nível, os sócios e adeptos podem ficar tranquilos, porque o Vitória é um autêntico campeão de bom ambiente no balneário. É a nossa segunda família, passámos, neste mês, mais tempo juntos do que com as nossas famílias e sinto que está, de novo, a criar-se um laço muito forte entre todos. É um laço indestrutível que eu, como capitão, defendo com todas as minhas forças. Um exemplo: em poucas semanas de convívio com os jogadores contratados esta época, os novos jogadores já aqui estão como se aqui tivessem chegado há vários anos. Completamente integrados. Exactamente por isso, acredito que faremos uma grande época. Vamos continuar a tentar a vitória em todos os jogos e vamos continuar a crescer.

 

Achas que a época passada, foi a tua melhor época de sempre?
Diogo Ferreira

Acho que sim. Porque fui muito regular, porque marquei três golos no campeonato e outro para a Taça – logo eu que nunca me destaquei pelos golos que marcava – e porque me senti bem, mais jogador, mais completo.

 

A equipa que temos actualmente, está mais forte do que na época passada?
Diogo Ferreira

Acredito que sim. Saíram jogadores importantes, que se destacaram na época passada, mas foram agora contratados outros jogadores com qualidade. Acho que o Vitória trabalhou bem na construção do seu plantel, porque se reforçou com jogadores de qualidade e portanto estamos a formar uma equipa mais forte do que a do ano passado.

 

Achas que os adeptos do Vitória são demasiado exigentes com a equipa e com os jogadores?
Diogo Ferreira
Só tem de ser. Nos clubes grandes é sempre assim. O Vitória é um clube grande. Os sócios e adeptos querem vitórias, querem boas equipas, bons jogadores, e por isso a pressão que fazem sobre nós é normal em clubes com esta grandeza. Nós, os jogadores, temos de ser fortes animicamente e temos de encarar esta pressão como uma coisa boa, porque significa que estamos a jogar num grande clube. Todos os jogadores gostam de jogar em clubes como o Vitória, com grandes ambientes, com adeptos muito participativos. Por vezes, pode ser complicado, porque as coisas podem não sair tão bem como nós gostaríamos e os adeptos querem mais. Mas estão no seu direito e quem vem jogar para o Vitória, deve aqui chegar já vacinado contra esse tipo de pressão.

 

Quando terminares a tua carreira, gostarias de assumir no Vitória um cargo semelhante ao do Rui Costa no Benfica, ou seja, como director desportivo?
Nídio Marçal

É muito cedo para pensar nessas coisas. Reforço que gostava de continuar ligado ao clube, mas não vivo obcecado a pensar no que vou fazer quando terminar a minha carreira. Acredito que, quando isso acontecer, as pessoas saberão conversar sobre isso e sobre que tipo de funções é que eu, eventualmente, possa vir a desempenhar. Mas, honestamente, não penso muito nisso.

 

Se te aparecesse uma proposta milionária da Rússia ou de outro país, eras capaz de sair do Vitória?
João Pedro Ribeiro, Pevidém

Iria sempre depender mais do que quisesse fazer o Vitória do que de mim. Somos profissionais, temos sempre de procurar melhores soluções para as nossas famílias. Porém, isso dependeria sempre mais do Vitória. Se as pessoas considerassem que o meu ciclo no clube tinha terminado, então podia aceitar. Se as pessoas considerassem que o Flávio ainda tinha utilidade para a equipa e para o clube, então dificilmente sairia.

 

Consegues descrever o que sentiste quando tiveste mais de 20.000 pessoas a gritar pelo teu nome, na nossa Catedral?
Rafael Campos
Foi um dos momentos mais bonitos da minha carreira. Dos mais tocantes. Foram trinta mil vozes a gritar pelo meu nome. Isso aconteceu no último jogo no Afonso Henriques, na época passada, e não estava à espera daquela reacção do público. Mas lá está a importância de um treinador como o senhor Manuel Cajuda. Foi ele que me proporcionou esse momento, porque conseguiu antecipá-lo na sua cabeça. Foi maravilhoso, ouvir toda a gente de pé a gritar pelo meu nome. Nunca me senti tão honrado e tão pequeno ao mesmo tempo.

 

Onde estava escondido o Flávio da época passada. O que é que lhe faltava para explodir daquela maneira?
Gentil Mendes, Pevidém

Faltava amadurecer, faltava mudar algumas coisas no meu comportamento em campo, mudar um pouco o meu jogo. No fundo, tive de mudar alguns detalhes que prejudicaram sempre a minha imagem em campo e que me provocaram um grande desgaste emocional. Todos sabem que nem sempre fui um jogador fácil em campo, mas o Manuel Cajuda mudou tudo isso, transformou-me, acalmou-me. Sinto, no entanto, que amadureci tarde demais na minha carreira. Teria precisado de um Manuel Cajuda mais cedo na minha vida, na minha carreira.

 

Quando disseste, com grande convicção, no Toural, que “acordaram o monstro e agora vão ter de levar com ele, fizeste-o porque esse era o calor do momento, ou continuas a acreditar nessas palavras?
Luis Soares, Guimarães

É verdade que essas declarações foram ditas num ambiente de grande euforia, mas não retiro uma vírgula ao que disse. O Vitória é um monstro e esta época, a equipa vai tentar alimentar esse monstro. E só conheço um alimento possível. São as vitórias.

 

Neste momento, quantas épocas é que o Flávio pensa fazer até ao final da sua carreira?
José Manuel

Tenho contrato até 2010. Enquanto me sentir capaz para jogar ao actual nível, vou fazê-lo. Tenho mais duas épocas de contrato, gostava de terminar a carreira neste clube, por isso, em 2010 terei 33 anos e, se me sentir bem e o clube estiver interessado, gostaria de fazer um último contrato, para depois fechar a minha carreira.

 

Quais são os primeiros procedimentos de um capitão quando se apercebe que um dos novos jogadores precisam de maior carinho do que os outros?
Alberto Leite

Eu falo por mim e por todos os meus colegas. Não deixamos que nada falte a esse jogador. Aos primeiros sinais de que existe algum problema com algum companheiro nosso, o grupo tenta resolver esse problema. Sempre me pus na posição de um jogador que chega de novo, para tentar perceber o que é que ele precisa naquele momento em que se dá o impacto com uma nova realidade. Mas não sou só eu que faço isso. Os meus companheiros também o fazem e por isso é que isto é um grupo, não é um amontoado de jogadores. Todos são acarinhados, todos são entrosados no ambiente. Antes da adaptação ao clube, temos de apressar a sua adaptação aos novos companheiros. Isso facilita depois a sua integração no clube.

 

Achas que o grupo está preparado para os desafios que se aproximam a nível europeu e a nível interno? Achas que será uma época de afirmação do Vitória?
Vítor Guimarães, Lordelo

Espero que sim e acho que vai ser. O Vitória tem de consolidar-se como uma das principais equipas da liga portuguesa. E depois disso, a afirmação europeia do clube também é importante. Ainda agora vimos, na Suiça, que o clube começa a crescer internacionalmente e agora já não podemos parar. Uma ida à Liga dos Campeões seria o ideal e acredito que vamos consegui-lo.

 

Flávio, consideras que ainda é possível seres campeão com a camisola do Vitória?
Alberto Vaz, Guimarães

É o sonho maior de qualquer vitoriano. Se outros clubes o foram e não têm a mesma dimensão do Vitória, temos o direito de pensar que também podemos consegui-lo, um dia. Gostaria muito que fosse ainda no meu tempo de jogador, daria tudo por isso. Mas se não for o título de campeão, pelo menos uma Taça de Portugal ou até mesmo a Taça da Liga. Esses títulos fazem-nos falta, a nós jogadores, mas especialmente aos adeptos, que mereciam tanto que o clube ganhasse um desses títulos. Todos os anos é a mesma coisa, quando vejo pela televisão a final da Taça de Portugal e assisto depois à entrega da taça, penso sempre na mesma coisa. Quando é que eu vou fazer o mesmo, quando é que eu vou levantar a taça, vestindo a camisola do Vitória. Isso incomoda-me, porque o Vitória merece esse título.

 

O Flávio aceitou reduzir o seu salário quando o Vitória desceu de divisão, aceitando o risco de optar por um prémio de subida. O clube já conseguiu cumprir com esse prémio, que o Flávio e os seus companheiros bem mereceram?
José Manuel

Aceitei esse risco, mas fi-lo de olhos fechados. Hoje voltaria a fazer o mesmo. Tinha grande confiança na equipa e no clube, sentia que não ficaríamos muito tempo na segunda liga. Foi um risco, mas foi muito bem assumido. Nunca me arrependi, nem mesmo quando as coisas estavam difíceis, porque sabia que acabaria por ser recompensado. E assim foi. Os prémios foram integralmente pagos, como têm sido todos os outros, porque esta direcção não falha compromissos. O que promete, cumpre. E também aí, o Vitória é campeão.

 

Entrevista feita pelos adeptos ao Flávio e publicada no site oficial do VitóriaSC

publicado por CláudiaBragança às 17:39
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1 comentário:
De Filipa a 19 de Julho de 2008 às 00:33
Falo com o à vontade que ser Sportinguista me permite, é completamente INDESCRITÍVEL o que as palavras deste Senhor transmitem a quem ama um clube como o Flávio ama o seu.

Como capitão, como pessoa, como um verdadeiro guerreiro que comanda as tropas do Vitória a cada jogo - tem de mim, também, total admiração.

( e tu, Lau, já sabes, metade de mim, sempre. amo-te. <3 )

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.il capitano

Flávio Miguel Magalhães Sousa Meireles
Data de nascimento: 03/10/1976
Altura: 1,87m
Peso: 88 kg
Posição: Médio-defensivo
Número da camisola: 26
Nacionalidade: Portuguesa
Naturalidade: Ribeira de Pena
Residência: Guimarães

Trajectória:
1996/97: Moreirense
1997/98: Moreirense / Fafe
1998/2000: Fafe
2000/2003: Moreirense
Desde 2003: Vitória de Guimarães

.vídeos

Veja nonosso canal no You Tube
todos os vídeos relacionados com o Flávio.



Outros vídeos:

Declarações à GuimarãesTV

Reportagem RTP - Trio de Ataque

O capitão mais feliz do mundo

.o que dizem dele...

 

"O Flávio é o melhor
jogador que já treinei"
,

Manuel Machado 

 

"O Flávio é o melhor capitão
que tive em 25 anos de carreira.
Não que os outros não fossem bons,
mas ele é melhor,
porque além de tudo
é um colega."

Manuel Cajuda

 

"Nuno Santos aproveitou a
entrevista do jornal "O Vitória"
para falar de um atleta que o
impressionou pela positiva.
Nuno deixa aqui bem patente a
admiração por Flávio e enaltece
o peso do capitão no balneário:
"Quando cá cheguei, ouvi muitas
pessoas a dizer que o Flávio
estava há demasiado tempo no
Vitória. Dá-me vontade de rir,
porque as pessoas não fazem ideia
da importância do nosso capitão
dentro do balneário.
Ele é grande em tudo.
Transporta a mística do clube, integra
os que chegam, orienta os miúdos
e, além de tudo isto, dá a vida pelo
Vitória.

O Flávio, assim como o Moreno,
devem ser preservados, porque são
eles a alma do Vitória.
São os capitães na verdadeira acepção
da palavra. É um enorme prazer conviver
diariamente com gente desta natureza."
Nuno Santos (Jogador do VitóriaSC)

 

"Há um certo peso naquilo que eu digo,
tal como há no Flávio. Ele é a verdadeira
representatividade da massa associativa
dentro do campo, com o seu espírito guerreiro.
Capitão melhor do que ele não poderia haver,
é um capitão com propriedade porque se trata
de uma pessoa fantástica, um verdadeiro líder
que puxa sempre para cima."
Nilson (Jogador VitóriaSC)

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